Exercícios neuróbicos
1. Leitura com o livro de cabeça para baixo. Este exercício é bom para o
cérebro e para os olhos, como vários dos exercícios seguintes.
2. Ler no espelho. Exige bastante paciência, mas é muito engraçado.
Pegue um livro ou jornal (até que enfim achei uma utilidade para os
jornais modernos!), coloque em frente a um espelho (se tiver um de mão,
fica mais fácil e você pode fazer o exercício sentado) e tente ler. Ah,
ah, ah, difícil, não é? Mas aos pouquinhos você consegue. Enquanto isso,
sorria e relaxe. E continue tentando.
3. Agora, pegue uma folha de papel, um lápis ou caneta e escreva seu
nome normalmente, algumas vezes. E agora você vai escrever seu nome
normalmente, só que com a outra mão. Não se preocupe, nem se assuste,
você sabe escrever com as duas mãos. E não tem problema se a letra não
sair muito bonitinha.
Novamente volte o lápis para a mão mais ‘jeitosa’ e continue a escrever
seu nome, só que desta vez do lado direito para a esquerda e com as
letras invertidas. Para saber se está saindo correto, vire a folha de
papel, coloque-a contra a luz e veja se a escrita está correta. Se ainda
não saiu certo, não tem importância, continue escrevendo e logo estará
perfeito.
Passe o lápis para a mão não dominante outra vez e faça a mesma coisa:
seu nome, da direta para a esquerda, e com letras invertidas para ler do
outro lado, contra a luz. Essa é a escrita espalhada, ou seja,
colocando a folha de papel na frente do espelho você lê como escrita
normal.
Mude de mão novamente e escreva de cabeça para baixo. Quer dizer, quando
você vira a folha de cabeça para baixo você lê normalmente. As crianças
fazem isso com facilidade na escola, para conversar com a amiga da
carteira da frente ou do lado. Experimente, não é difícil. Você pode
fazer isso e muitas coisas mais. Basta que você se autorize mentalmente a
fazer isso. E assim você começará a quebrar algumas das programações
que colocaram em sua cabeça.
Todos os exercícios devem ser feitos com as duas mãos, primeiro a ‘boa’ e
depois a outra. Até que as duas fiquem igualmente boas.
E agora pegue mais um lápis que vamos escrever com as duas mãos. Por
enquanto o mesmo texto, mais para frente, quem sabe? Então, comece
escrevendo seu nome com as duas mãos, no mesmo sentido, sem problemas. E
depois comece a variar: uma das mãos escreve no sentido normal e a
outra escreve espelhado. Troque as mãos, uma escreve normal e a outra de
cabeça para baixo. E vá em frente. Auto-autorize-se – “Eu me autorizo a
fazer estes exercícios” – como diz o professor Waldemar de Gregori,
criador destes exercícios, e você vai conseguir fazer tudo isso e muito
mais. Coisas que hoje você nem acredita. É só tentar, é só praticar, e
se autorizar.
Depois, escreva outras frases e varie à vontade, quem sabe se você não
consegue escrever uma frase com uma das mãos e outra frase com a outra.
Antes de duvidar, experimente. Sempre se auto-autorizando, você vai
ampliar extraordinariamente os seus limites, ou o que você achava que
eram seus limites.
4. E agora vamos fazer mais ou menos a mesma coisa só que desenhando. O
quê, você não sabe desenhar? Sabe sim, é que disseram para você que você
não sabia e você acreditou.
Desenhe um rosto, com a mão dominante, depois, com a mão torta. E vá
variando sempre, fazendo um rosto masculino virado para um lado e um
feminino para o outro. Cabeça para cima, cabeça para baixo. Rostos e
corpos, e árvores, e casas, e pássaros… Com uma mão e com a outra, de um
jeito e de outro… E agora desenhando com as duas mãos. Crie, invente,
solte-se, autorize-se e observe as sensações no seu cérebro. Ele não
está mais solto, mais leve? Nosso cérebro adora novidades, para sair do
automático. E perceba também como seus olhos, seu rosto, seu pescoço,
seus ombros, enfim todo o seu corpo está mais relaxado.
É porque você utilizou mais o cérebro direito, o cérebro do riso, do
humor, da criatividade, da expressão artística, do relaxamento e dos
relacionamentos, das ondas alfa, enfim o seu cérebro sensitivo. Você é
um sensitivo, sabia? Praticante ou latente, já que com a escola você
passou a usar muito mais o cérebro esquerdo, o intelectual, da
compreensão e das normas, dos números e das medidas etc., e perdeu um
pouco da sensibilidade natural do cérebro direito. Mas praticando esses
exercícios engraçados e autorizando-se você voltará a ser um sensitivo.
Todo mundo é, por que você não seria?
Estamos apresentando aqui diversos exercícios para mexer com seus
neurônios, mas você não precisa praticá-los todos num dia só. Um pouco
hoje, um pouco amanhã, é o ideal.
5. Pentear os cabelos com o pente ou a escova na mão menos ágil. Escovar
os dentes com a escova na mão mais bobinha. Comer com a mão trocada.
Enfim, você é o seu mestre e você é quem vai começar a criar seus
exercícios.
6. Tomar banho de olhos fechados. Andar no escuro. Mudar o caminho, de
carro ou andando a pé. Enfim, comece a criar seus exercícios de
neuróbica, porque isso também já é um exercício.
7. E existem algumas práticas que funcionam como exercícios de neuróbica
e também como exercícios físicos. Por exemplo, andar para trás, andar
de lado, engatinhar, arrastar-se no chão, rolar no chão… Porque além de
criar novas sinapses, você vai utilizar músculos que normalmente não usa
e relaxar outros que são excessivamente usados.
8. ‘Sentindo’ o cérebro. Sentindo o corpo.
Agora se sente confortavelmente no chão ou numa cadeira de assento reto e
pouco flexível, madeira de preferência. Respire conscientemente algumas
vezes, procurando alongar um pouco a expiração e deixando a inspiração
normal.
Feche os olhos e imagine o seu cérebro. Lado direito, lado esquerdo,
parte central e traseira. Sinta ou apenas imagine como seu cérebro está
funcionando. Fixe a atenção no olho esquerdo durante alguns segundos. E
suba a atenção para o lado esquerdo do cérebro. Agora coloque a atenção
no olho direito, e depois de um tempinho suba a atenção para o lado
direito do cérebro. Reveze a atenção entre os dois hemisférios
cerebrais, esquerdo, direito, direito, esquerdo. Agora visualize o
número 1 do lado direito do cérebro e a letra A do lado esquerdo. E
prossiga, 2 no direito, B no esquerdo, 3 no direito, C no esquerdo, e
prossiga até acabar o abecedário.
Agora inverta, imagine as letras no lado direito e os números no
esquerdo, sem pressa, fazendo a seqüência toda, sempre começando com as
letras.
Relaxe e sinta como está seu cérebro. Mais leve? Maior? Mais vivo?
Segundo a ciência, ninguém consegue sentir o cérebro, então você não
pode estar sentindo nada. Ou pode? Autorize-se e tire suas conclusões.
Não deixe nem mesmo a ciência programar sua cabeça. Até porque a ciência
também muda bastante de opinião. O pediatra da minha filha dizia
sempre: A Medicina é a ciência que tem as ‘verdades definitivas’ de vida
mais curta.”
E vá variando a ‘brincadeira’, que é um ótimo relaxamento para a mente e
para o corpo, colocando os números no lado esquerdo do cérebro e as
letras no pé direito, no cérebro e no quadril, sempre de lado trocado, e
assim por diante, mas sempre variando.
Experimente também fazer com a parte posterior da cabeça, onde está o
cérebro reptiliano, o primeiro que tivemos e que cuida da vida prática,
da sobrevivência em todos os sentidos.
Cérebro direito, parte posterior esquerda da cabeça etc. etc.
Para o lado esquerdo do cérebro, os exercícios são mais conhecidos:
leitura, escrever, cinema, palavras cruzadas, sudoku e por aí afora.
E para o cérebro prático, para ajudar a prosperidade financeira? Aí você
vai ter que trabalhar com mãos também, mas com utilidade definida.
Fazer os consertos de casa, por exemplo (se você não ficar mais prático,
sua mulher, pelo menos, vai ficar mais satisfeita. E você mais
próspero, quanto mais não seja pela economia feita). Jardinagem,
marcenaria, enfim qualquer hobby que utilize as mãos de uma maneira
prática e construindo coisas úteis.
Exercícios neuróbicos
1. Leitura com o livro de cabeça para baixo. Este exercício é bom para o
cérebro e para os olhos, como vários dos exercícios seguintes.
2. Ler no espelho. Exige bastante paciência, mas é muito engraçado.
Pegue um livro ou jornal (até que enfim achei uma utilidade para os
jornais modernos!), coloque em frente a um espelho (se tiver um de mão,
fica mais fácil e você pode fazer o exercício sentado) e tente ler. Ah,
ah, ah, difícil, não é? Mas aos pouquinhos você consegue. Enquanto isso,
sorria e relaxe. E continue tentando.
3. Agora, pegue uma folha de papel, um lápis ou caneta e escreva seu
nome normalmente, algumas vezes. E agora você vai escrever seu nome
normalmente, só que com a outra mão. Não se preocupe, nem se assuste,
você sabe escrever com as duas mãos. E não tem problema se a letra não
sair muito bonitinha.
Novamente volte o lápis para a mão mais ‘jeitosa’ e continue a escrever
seu nome, só que desta vez do lado direito para a esquerda e com as
letras invertidas. Para saber se está saindo correto, vire a folha de
papel, coloque-a contra a luz e veja se a escrita está correta. Se ainda
não saiu certo, não tem importância, continue escrevendo e logo estará
perfeito.
Passe o lápis para a mão não dominante outra vez e faça a mesma coisa:
seu nome, da direta para a esquerda, e com letras invertidas para ler do
outro lado, contra a luz. Essa é a escrita espalhada, ou seja,
colocando a folha de papel na frente do espelho você lê como escrita
normal.
Mude de mão novamente e escreva de cabeça para baixo. Quer dizer, quando
você vira a folha de cabeça para baixo você lê normalmente. As crianças
fazem isso com facilidade na escola, para conversar com a amiga da
carteira da frente ou do lado. Experimente, não é difícil. Você pode
fazer isso e muitas coisas mais. Basta que você se autorize mentalmente a
fazer isso. E assim você começará a quebrar algumas das programações
que colocaram em sua cabeça.
Todos os exercícios devem ser feitos com as duas mãos, primeiro a ‘boa’ e
depois a outra. Até que as duas fiquem igualmente boas.
E agora pegue mais um lápis que vamos escrever com as duas mãos. Por
enquanto o mesmo texto, mais para frente, quem sabe? Então, comece
escrevendo seu nome com as duas mãos, no mesmo sentido, sem problemas. E
depois comece a variar: uma das mãos escreve no sentido normal e a
outra escreve espelhado. Troque as mãos, uma escreve normal e a outra de
cabeça para baixo. E vá em frente. Auto-autorize-se – “Eu me autorizo a
fazer estes exercícios” – como diz o professor Waldemar de Gregori,
criador destes exercícios, e você vai conseguir fazer tudo isso e muito
mais. Coisas que hoje você nem acredita. É só tentar, é só praticar, e
se autorizar.
Depois, escreva outras frases e varie à vontade, quem sabe se você não
consegue escrever uma frase com uma das mãos e outra frase com a outra.
Antes de duvidar, experimente. Sempre se auto-autorizando, você vai
ampliar extraordinariamente os seus limites, ou o que você achava que
eram seus limites.
4. E agora vamos fazer mais ou menos a mesma coisa só que desenhando. O
quê, você não sabe desenhar? Sabe sim, é que disseram para você que você
não sabia e você acreditou.
Desenhe um rosto, com a mão dominante, depois, com a mão torta. E vá
variando sempre, fazendo um rosto masculino virado para um lado e um
feminino para o outro. Cabeça para cima, cabeça para baixo. Rostos e
corpos, e árvores, e casas, e pássaros… Com uma mão e com a outra, de um
jeito e de outro… E agora desenhando com as duas mãos. Crie, invente,
solte-se, autorize-se e observe as sensações no seu cérebro. Ele não
está mais solto, mais leve? Nosso cérebro adora novidades, para sair do
automático. E perceba também como seus olhos, seu rosto, seu pescoço,
seus ombros, enfim todo o seu corpo está mais relaxado.
É porque você utilizou mais o cérebro direito, o cérebro do riso, do
humor, da criatividade, da expressão artística, do relaxamento e dos
relacionamentos, das ondas alfa, enfim o seu cérebro sensitivo. Você é
um sensitivo, sabia? Praticante ou latente, já que com a escola você
passou a usar muito mais o cérebro esquerdo, o intelectual, da
compreensão e das normas, dos números e das medidas etc., e perdeu um
pouco da sensibilidade natural do cérebro direito. Mas praticando esses
exercícios engraçados e autorizando-se você voltará a ser um sensitivo.
Todo mundo é, por que você não seria?
Estamos apresentando aqui diversos exercícios para mexer com seus
neurônios, mas você não precisa praticá-los todos num dia só. Um pouco
hoje, um pouco amanhã, é o ideal.
5. Pentear os cabelos com o pente ou a escova na mão menos ágil. Escovar
os dentes com a escova na mão mais bobinha. Comer com a mão trocada.
Enfim, você é o seu mestre e você é quem vai começar a criar seus
exercícios.
6. Tomar banho de olhos fechados. Andar no escuro. Mudar o caminho, de
carro ou andando a pé. Enfim, comece a criar seus exercícios de
neuróbica, porque isso também já é um exercício.
7. E existem algumas práticas que funcionam como exercícios de neuróbica
e também como exercícios físicos. Por exemplo, andar para trás, andar
de lado, engatinhar, arrastar-se no chão, rolar no chão… Porque além de
criar novas sinapses, você vai utilizar músculos que normalmente não usa
e relaxar outros que são excessivamente usados.
8. ‘Sentindo’ o cérebro. Sentindo o corpo.
Agora se sente confortavelmente no chão ou numa cadeira de assento reto e
pouco flexível, madeira de preferência. Respire conscientemente algumas
vezes, procurando alongar um pouco a expiração e deixando a inspiração
normal.
Feche os olhos e imagine o seu cérebro. Lado direito, lado esquerdo,
parte central e traseira. Sinta ou apenas imagine como seu cérebro está
funcionando. Fixe a atenção no olho esquerdo durante alguns segundos. E
suba a atenção para o lado esquerdo do cérebro. Agora coloque a atenção
no olho direito, e depois de um tempinho suba a atenção para o lado
direito do cérebro. Reveze a atenção entre os dois hemisférios
cerebrais, esquerdo, direito, direito, esquerdo. Agora visualize o
número 1 do lado direito do cérebro e a letra A do lado esquerdo. E
prossiga, 2 no direito, B no esquerdo, 3 no direito, C no esquerdo, e
prossiga até acabar o abecedário.
Agora inverta, imagine as letras no lado direito e os números no
esquerdo, sem pressa, fazendo a seqüência toda, sempre começando com as
letras.
Relaxe e sinta como está seu cérebro. Mais leve? Maior? Mais vivo?
Segundo a ciência, ninguém consegue sentir o cérebro, então você não
pode estar sentindo nada. Ou pode? Autorize-se e tire suas conclusões.
Não deixe nem mesmo a ciência programar sua cabeça. Até porque a ciência
também muda bastante de opinião. O pediatra da minha filha dizia
sempre: A Medicina é a ciência que tem as ‘verdades definitivas’ de vida
mais curta.”
E vá variando a ‘brincadeira’, que é um ótimo relaxamento para a mente e
para o corpo, colocando os números no lado esquerdo do cérebro e as
letras no pé direito, no cérebro e no quadril, sempre de lado trocado, e
assim por diante, mas sempre variando.
Experimente também fazer com a parte posterior da cabeça, onde está o
cérebro reptiliano, o primeiro que tivemos e que cuida da vida prática,
da sobrevivência em todos os sentidos.
Cérebro direito, parte posterior esquerda da cabeça etc. etc.
Para o lado esquerdo do cérebro, os exercícios são mais conhecidos:
leitura, escrever, cinema, palavras cruzadas, sudoku e por aí afora.
E para o cérebro prático, para ajudar a prosperidade financeira? Aí você
vai ter que trabalhar com mãos também, mas com utilidade definida.
Fazer os consertos de casa, por exemplo (se você não ficar mais prático,
sua mulher, pelo menos, vai ficar mais satisfeita. E você mais
próspero, quanto mais não seja pela economia feita). Jardinagem,
marcenaria, enfim qualquer hobby que utilize as mãos de uma maneira
prática e construindo coisas úteis.

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